A Advocacia Geral da União (AGU) reverteu a decisão inicial do TRF da 3ª Região (SP) e conseguiu ganhar para a Abin o direito de a agência de inteligência participar e controlar a abertura dos documentos apreendidos pela Polícia Federal, no início de novembro. Com autorização judicial, a PF entrou na sede da Abin do Rio e na casa do delegado Protógenes Queiroz que chefiou a Operação Satiagraha. A busca de documentos fazia parte da investigação que a Corregedoria da PF abriu para descobrir se houve ou não irregularidades na Satiagraha. Foi nesta operação que foram presos o banqueiro Daniel Dantas, o ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta e o investidor Naji Nahas, entre outros.