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Justiça decreta prisão preventiva de viúva de professor da UFTM

Novos fatos fizeram com que a viúva tivesse a prisão preventiva decretada pelo juiz André Luiz de Macedo, da 3ª Vara Criminal de São Carlos

Thassiana Macedo
Publicado em 03/07/2016 às 15:32Atualizado em 16/12/2022 às 18:15
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Durante investigação, a equipe do delegado Gilberto Aquino, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), concluiu que a advogada Milene Estácio, suspeita de matar o professor de física Milton Taidi Sonoda com a ajuda da filha, mantinha um relacionamento extraconjugal com um homem de 38 anos, que também será investigado. Os novos fatos fizeram com que a viúva tivesse a prisão preventiva decretada pelo juiz André Luiz de Macedo, da 3ª Vara Criminal de São Carlos.

Em apurações preliminares, divulgadas pelo G1 de São Carlos, o amante seria usuário de drogas e já teria sido preso em Bragança Paulista por tráfico. A investigação também apontou que a advogada foi a uma clínica para dependentes químicos na capital paulista com o objetivo de internar o amante e, lá, ela teria se apresentado como mulher dele.

O professor da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), em Uberaba, Milton Taidi Sonoda, foi morto no dia 18 de maio, na cidade de São Carlos. Em depoimento, a filha de Milene, de 17 anos, assumiu a autoria do homicídio, mas a mulher negou o crime e disse ter apenas ajudado a ocultar o corpo. Milene está presa na cadeia feminina de Ribeirão Bonito. Se condenada aos crimes de homicídio duplamente qualificado combinado com corrupção de menores e ocultação de cadáver, pode pegar de 12 a 30 anos de prisão. A adolescente já está detida na Fundação Casa de Cerqueira César, onde deve permanecer por, no máximo, três anos.

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