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Leitores cobram segurança pública contra a violência

Número de homicídios preocupa os leitores. Dentre os motivos, leitores discutem o armamento da população

Publicado em 10/08/2015 às 15:35Atualizado em 16/12/2022 às 22:52
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 Crescentes e assustadores números da violência em Uberaba tem preocupado muitos leitores do JM Online. O assunto foi tema no Fórum JM da semana passada e os opinantes apontaram diversos fatores para o aumento do número de homicídios na cidade. Somente em 2015 foram registradas pela Polícia Militar 43 assassinatos.

Um dos principais pontos mencionados diz respeito ao porte de arma de fogo, defendido por muitos, mas rebatido por tantos outros. Além disso, a deficiência na educação do país e a certeza de impunidade dos criminosos também foram apontadas.

Para o leitor identificado como Wagner Caetano, a sociedade hoje vive a mercê de bandidos. “Eles estão se esbanjando nas vias públicas e nós presos dentro de casa”, completou justificando o porte de arma. Por outro lado, Lúcio Antônio não acredita na medida. “Querer armar a população para diminuir a violência terá o mesmo efeito de apagar incêndio com gasolina. Bandidos andam armados porque são bandidos”, justificou.

Outros participantes apontaram o descaso da administração do município como causa da recorrente violência. “Temos três vereadores que são agentes da Polícia Civil, nunca li e nem vi em seus mandatos ações para nossa segurança”, enfatizou Cleber Marcos de Oliveira, em referência aos vereadores Ismar Vicente dos Santos (PSB), Luiz Humberto Dutra (SD) e Afrânio Cardoso Lara Resende (PROS). Outra participante, identificada como Jéssica, além de concordar, ainda frisou que a “violência cresce quando o poder público não consegue de forma efetiva atender e atingir a população de forma respeitosa e digna”.

À reportagem, o prefeito Paulo Piau (PMDB) mostrou a sua preocupação após ser cobrado maior efetividade da Guarda Municipal. “Estivemos reunidos com a PM e estamos buscando uma ação preventiva mais efetiva. Hoje, nos reuniremos com a PC e com a PF e depois, juízes e promotores”, adianta.

Assunto delicado, o conteúdo das reuniões com a forças de segurança pública não foi divulgado à imprensa. O prefeito também lembrou que a segurança pública requer participação efetiva da União e dos Estados.

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