Saiu a lista tríplice que será encaminhada ao governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), para escolha do procurador-geral de Justiça de Minas Gerais para o biênio 2017/2018.
Apurados os votos de promotores de Justiça e procuradores mineiros, Jarbas Soares Júnior recebeu 572 votos; Antônio Sérgio Tonet, 562; Waldemar Antônio de Arimateia, 321; Gisela Potério Santos Saldanha, 283; e Mauro Flávio Ferreira Brandão, 248. Foram três votos em branco e três, nulos.
O resultado foi anunciado pelo presidente da Comissão Eleitoral, Darcy de Souza Filho, na presença do também integrante da comissão, Márcio Heli de Andrade.
Logo após a apuração, a Comissão Eleitoral entregou a lista ao procurador-geral de Justiça, Carlos André Mariani Bittencourt. Os nomes serão encaminhados, na quarta-feira, 16 de novembro, ao governador do Estado, que terá prazo de 15 dias para nomear o procurador-geral de Justiça.
Jarbas Soares Júnior é natural de Montes Claros, ingressou no Ministério Público de Minas Gerais em 1990, tendo atuado nas comarcas de Januária, Manga, Ouro Preto, Mariana e Itabirito. Foi eleito para o Conselho Superior do Ministério Público em 2001 e para a Câmara dos Procuradores de Justiça de Minas Gerais em 2003. Nos biênios 2005/2006 e 2007/2008 exerceu o cargo de procurador-geral de Justiça do Estado.
Antônio Sérgio Tonet é natural de Adamantina, ingressou no Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) por concurso público em dezembro de 1986, tendo atuado nas comarcas de Rio Paranaíba, Frutal, Contagem e Belo Horizonte. Exerceu a função de chefe de gabinete da Procuradoria-Geral de Justiça entre 2001 e 2004. Promovido a procurador de Justiça em 2002, foi eleito para integrar o Conselho Superior do MPMG nos anos de 2006, 2008, 2011 e 2014. Foi ainda assessor especial da Procuradoria-Geral de Justiça.
Waldemar Antônio de Arimatéia é natural de Pará de Minas, ingressou no Ministério Público de Minas Gerais em 1991, tendo atuado nas comarcas de Jequitinhonha, Teófilo Otoni e Belo Horizonte. Na capital, foi promotor de Justiça na Fazenda Pública e no 2º Tribunal do Júri. Foi assessor especial da Procuradoria-Geral de Justiça durante a gestão de Epaminondas Fulgêncio como procurador-geral de Justiça.