A crença na impossibilidade de encontrar novos corpos, depois de 26 dias de buscas, foi a justificativa apresentada pela Aeronáutica e pela Marinha do Brasil, para encerrar o que afirmaram ter sido a “mais complexa operação de busca e resgate marítimos já realizadas pelas Forças Armadas, tanto em duração, quanto na magnitude dos meios empregados”.
Para demonstrar a “impraticabilidade” de novos corpos serem resgatados, assessores das duas Forças lembraram que há nove dias nenhum novo corpo é encontrado na área de buscas, que chegou a ultrapassar as águas territoriais sob jurisdição brasileira, ingressando em território sob a responsabilidade do Senegal.
Os navios franceses permanecerão no local para tentar localizar os sinais da caixa-preta. Já os brasileiros deixarão a área e prosseguirão ou para Recife (PE) ou para Natal (RN), para deixar os poucos destroços que ainda transportam.