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Médico acusado de praticar aborto vai a julgamento na próxima terça

Tribunal do Júri retoma a pauta de julgamento nesta terça-feira (26) tendo no banco dos réus o médico Hadel Rachid Daher. Ele será julgado pela prática de aborto, crime previsto no Artigo 126

Daniela Brito
Publicado em 24/05/2015 às 14:35Atualizado em 17/12/2022 às 00:01
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Tribunal do Júri retoma a pauta de julgamento nesta terça-feira (26) tendo no banco dos réus o médico Hadel Rachid Daher. Ele será julgado pela prática de aborto, crime previsto no Artigo 126 do Código Penal. O Júri Popular está marcado para as 9h30 no Fórum Melo Viana. A pauta pertence à 2ª Vara Criminal.

O réu, que tem mais de oitenta anos, operava em uma clínica na avenida Fidélis Reis, no centro de Uberaba. À época, as atividades da clínica foram investigadas pelo promotor José Carlos Fernandes Júnior, inclusive com escuta telefônica autorizada pelo Judiciário, com base em depoimentos prestados à Comissão Especial de Combate à Prostituição Infantil em Minas Gerais. A clínica foi invadida no dia 9 de junho de 2002. Durante a ação, foi dada voz de prisão a Hadel e às duas auxiliares do médico. Eles ficaram presos durante 100 dias. Posteriormente, o médico foi preso, em abril de 2007, novamente como suspeito do mesmo crime.

O médico será defendido pelo advogado Victor Rachid Colucci Daher. A acusação está nas mãos do promotor de Justiça Roberto Pinheiro da Silva Freire.

Já na quinta-feira (28), será a vez de Orlando Rodrigues Barcelos de Oliveira, vulgo “Languinho”. Ele será julgado por homicídio qualificado do pedreiro Paulino Humberto da Silva. O crime ocorreu no dia 1º de agosto do ano passado. Paulino foi encontrado inconsciente na rua Aimorés, no bairro Abadia. Ele permaneceu internado no Hospital de Clínicas até o dia 4 do mesmo mês, quando morreu. A família suspeitava que ele teria sido agredido no lugar de um primo.

A acusação está nas mãos do promotor de Justiça Roberto Pinheiro da Silva Freire. Atualmente, “Languinho” se encontra preso na Penitenciária Professor Aluízio Ignácio de Oliveira. O processo foi desmembrado em relação a José Renato de Souza, vulgo “Bicudo”, também acusado do crime, em razão de o mesmo estar foragido.

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