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Quatro marcas de café foram proibidas de comercializarem seus produtos em Minas Gerais por causa de impurezas como milho, areias, cascas e paus encontrados nos alimentos em uma quantidade acima do permitido pela legislação.
De acordo com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), as decisões foram tomadas após o pedido do órgão em ações civis públicas ajuizadas na comarca de Viçosa, na Zona da Mata do Estado. As decisões são em relação as marcas: "Fartura - Tradicional", "Da Feira - Extra Forte", "Da roça" e “Viçosense – Extra Forte”.
As empresas devem comprovar a suspensão da comercialização em 10 dias. “Além disso, a Justiça estabeleceu a obrigação dos réus de somente colocar no mercado de consumo produtos que estejam de acordo com as normas expedidas pelos órgãos oficiais competentes, bem como de se absterem de introduzir ou permitir impurezas, acima dos limites, no café produzido”, informou o MPMG.
Também foi determinada a apreensão dos produtos que estiverem nos estabelecimentos comerciais. A vigilância sanitária deve dar o descarte ideal a eles. O MPMG quer que as empresas cumpram indenizações referentes a danos coletivos.
Esclareciment o café "Da Feira - Extra Forte" citado na matéria é produzido na cidade de Viçosa/MG. Logo, nada tem a ver com o café "Da Feira - Arábica do Cerrado" produzido em Uberaba/MG, pela empresa CAFÉ DA FEIRA IND COM e EXP EIRELI. Em nota, a marca reforça: "Informamos ainda que respeitamos os consumidores e prezamos pela qualidade e excelência de nossos produtos, através de boas práticas de higiene, utilização de matéria prima de qualidade, transporte, manipulação, e preparação de nossos produtos. Contamos com vossa compreensão e nos colocamos a disposição para quaisquer esclarecimentos!"
Com informações do Jornal O TEMPO*