Estiveram presentes na manifestação dos servidores da União, funcionários do Ministério Público Federal (MPF) e técnicos administrativos da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), que solidarizam das mesmas reivindicações.
De acordo com Wilson Takeuti, analista administrativo do MPF, também deve ser apreciada hoje pelo Senado a PLC nº 41 de 2015, que trata do reajuste salarial da categoria. Assim como os servidores das Justiças, os funcionários do Ministério Público Federal continuam com cerca de 50% de perda inflacionária, também acumulada desde 2006. Pelo menos quatro projetos deram entrada na Câmara dos Deputados visando beneficiar a categoria em âmbito federal, porém todos estão parados. Além disso, a categoria aguarda decisão sobre demandas como, plano de carreiras e salários em trâmite, mas ainda sem definição.
Em razão da grande demanda enfrentada pelo Ministério Público Federal, os servidores que paralisaram em março estão trabalhando, porém a categoria ainda permanecerá em estado de greve e poderá deflagrar a greve novamente, caso haja alguma mudança.
Simea Aparecida Freitas, coordenadora do Sinte-Med, participou do movimento junto a outros servidores técnicos administrativos da UFTM, em greve há cerca de um mês. Já os docentes da universidade se reúnem hoje para deflagrar o início da greve para 1º de julho.