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Operador de produção condenado a 8 anos por tentativa de homicídio

Operador de produção José Carlos dos Santos foi condenado a oito anos de prisão pela tentativa de homicídio praticada contra o ajudante de carpinteiro Alex Mário da Silva

Daniela Brito
Publicado em 30/07/2014 às 21:27Atualizado em 19/12/2022 às 06:39
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Operador de produção José Carlos dos Santos foi condenado a oito anos de prisão pela tentativa de homicídio praticada contra o ajudante de carpinteiro Alex Mário da Silva. O crime ocorreu no dia 30 de janeiro de 2005. O julgamento foi realizado ontem no Fórum Melo Viana.

O réu foi defendido pelo advogado Gustavo Muniz Franco, que tentou utilizar como estratégia a tese da legítima defesa. Sem êxito. Os jurados acompanharam o pedido da acusação, feito pela promotora de Justiça Aimara Brito, da tentativa de homicídio qualificado. A pena dosada pelo juiz presidente, Elexander Camargo Diniz, foi de oito anos de prisão em regime semiaberto. Como o réu respondeu ao processo solto, foi-lhe concedido o direito de recorrer em liberdade.

De acordo com a denúncia, réu e vítima bebiam juntos em um bar na Vila Arquelau quando começaram a discutir por motivos fúteis. Eles entraram em luta corporal e foram separados por terceiros. Em seguida, José Carlos saiu do local, foi até sua residência e retornou armado com uma enxada. Ele se aproximou pelas costas de Alex e lhe acertou um golpe na cabeça. Alex sofreu fratura no crânio, com perda de massa encefálica, corte na mão esquerda e luxação no rosto. O ajudante de carpinteiro sobreviveu à tentativa de homicídio, mas ficou com sequelas graves, inclusive com dificuldades na fala.

Servente que matou vizinho vai a julgamento nesta quarta. Hoje, o Tribunal do Júri se reúne para o julgamento do servente Rogério Benedito Costa. Ele responde pelo homicídio do aposentado Eurípedes da Silva. O crime ocorreu no dia 6 de março de 2001 no bairro Planalto. De acordo com a denúncia, o aposentado foi agredido com golpes de barra de ferro na cabeça pelo réu, que era seu vizinho, após uma discussão. Ele veio a falecer dias depois, por traumatismo craniano, no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro. O réu será defendido pelo advogado Leuces Teixeira de Araújo. A acusação está nas mãos da promotora de Justiça Aimara de Brito. O júri popular pertence à 3ª Vara Criminal.

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