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Pauta de julgamentos no Fórum leva três para o banco dos réus em abril

Três julgamentos estão agendados para abril no Fórum Melo Viana. A pauta é da 1ª Vara Criminal, cujo titular é o juiz Ricardo Motta

Daniela Brito
Publicado em 21/03/2015 às 21:18Atualizado em 17/12/2022 às 00:54
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Três julgamentos, pelo Tribunal do Júri, estão agendados para abril no Fórum Melo Viana. A pauta pertence à 1ª Vara Criminal, cujo titular é o juiz Ricardo Cavalcante Motta.

No dia 7 de abril, Manoel Gonçalves de Oliveira senta no banco dos réus pelo homicídio de Washington Aparecido Silva. O crime ocorreu na madrugada do dia 13 de junho de 1999, nas proximidades do então “Forró do Rudi”, que funcionava na praça da Mojiana. A vítima foi morta com um golpe de faca após desentendimento por causa de uma mulher. O julgamento está marcado para o dia 7 de abril. A defesa está nas mãos de Larissa de Oliveira e Dias, da Defensoria Pública.

No dia 8 de abril será a vez de Julio Cesar Ferreira e Maicon Henrique de Almeida Machado sentarem no banco dos réus pela tentativa de homicídio contra Danilo de Castro Rodrigues de Paula, o  “Foguinho”. O crime ocorreu por volta de 20h, na rua Delfim Moreira, 278, bairro Fabrício, no dia 17 de outubro de 2007. A vítima, de 24 anos, foi atingida com sete tiros. Os réus serão defendidos pelo advogado Rondon Fernandes de Lima.

O último júri popular acontece no dia 9 de abril. Eduardo Silva Vieira, o “Duzinho”, e Jefferson Eugênio da Silva serão julgados pela tentativa de homicídio praticada contra o pedreiro Leandro Calazans da Silva. O crime ocorreu no dia 24 de fevereiro na Vila Arquelau. A vítima estava na porta de sua residência, na rua Odilon Resende Facuri, esquina com  a rua Dezembro, quando foi atingida por vários tiros. O crime está relacionado a briga de gangues. A vítima teria participação na gangue do Boa Vista, e os disparos foram efetuados por dois denunciados, pertencentes a uma gangue rival, da Vila Arquelau.  Os réus também terão a defesa feita por Larissa de Oliveira e Dias, da Defensoria Pública.

Em todos os três julgamentos, a acusação está sob a responsabilidade do promotor de Justiça Alcir Arantes.

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