Ao menos 65 membros da mídia do mundo todo foram mortos enquanto realizavam seu trabalho em 2017. A informação foi dada nesta terça-feira (19) pela organização em defesa da liberdade de imprensa Repórteres Sem Fronteiras.
Entre os mortos estão 50 jornalistas profissionais, sete jornalistas cidadãos e oito outros integrantes da mídia. Os cinco países mais perigosos foram Síria, México, Afeganistão, Iraque e Filipinas.
Dos assassinados, 35 ocorreram em regiões onde há conflitos armados em andamento e 30 fora dessas áreas. Segundo a Reuters, 39 dos mortos foram visados por seu trabalho jornalístico, como noticiar casos de corrupção política ou de crime organizado, e outros 26 foram vitimados por bombardeios e ataques com bomba, por exemplo.
A organização revela, ainda, que mais de 300 membros da mídia estão presos atualmente, cerca de metade deles em cinco países: Turquia, China, Síria, Irã e Vietnã.
Fonte: Agência Brasil com informações da Reuters