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PF prende nesta 5ª presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Carlos Arthur Nuzman

Além de Nuzman, ex-diretor do COB Leonardo Gryner também é preso pela PF

Publicado em 05/10/2017 às 08:44Atualizado em 16/12/2022 às 10:02
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Divulgação

Carlos Arthur Nuzman foi preso nesta manhã na operação Unfair Play, que apura esquema de corrupção internacional para a compra de votos para a escolha do Rio como sede das Olimpíadas em 2016

O presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB), Carlos Arthur Nuzman, foi preso nesta quinta-feira, 5, pela Polícia Federal. A ação é um desdobramento da Operação Unfair Play, deflagrada em setembro, contra um esquema de corrupção internacional para a compra de votos para a escolha do Rio pelo Comitê Olímpico Internacional como sede da Olimpíada 2016.

Na ocasião, Nuzman foi alvo de buscas. A Procuradoria da República, no Rio, colocou o presidente do Comitê Olímpico do Brasil no topo de uma ‘engenhosa e complexa relação corrupta’.

Além do presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB), Carlos Arthur Nuzman, o ex-diretor de Marketing e Comunicação da entidade, Leonardo Gryner, também foi preso pela Polícia Federal na manhã desta quinta-feira, 5, no Rio de Janeiro.

A investigação conjunta do Ministério Público Federal (MPF) do Brasil e do e do Ministério Público Financeiro de Paris, da França, apura a relação entre viagens dos dois representantes à África, em 2009, e transferências bancárias para a Associação Internacional de Federações de Atletismo (IAAF, na sigla em inglês).

Há um mês, O juiz federal Marcelo Bretas decretou o bloqueio de R$ 1 bilhão do presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB), Carlos Arthur Nuzman, e dos empresários Arthur Soares e Eliane Cavalcante.

A força-tarefa aponta que ‘neste grande esquema ganha-ganha’ o empresário Arthur Soares direcionou propina que seria destinada ao ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) para Papa Massata Diack, filho do presidente da Associação Internacional de Federações de Atletismo (IAAF, na sigla em inglês). Segundo o Ministério Público Federal, o objetivo era ‘garantir mais um voto na escolha do Rio de Janeiro como sede para os Jogos Olímpicos de 2016’.

Fonte: Agência Estado

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