GERAL

Promotor quer devolução de inquérito da morte de Stacciarini

Promotor Laércio Conceição, titular da 5ª Promotoria Criminal e de Defesa dos Direitos Humanos, quer a imediata devolução do inquérito policial que apura a morte do ex-presidente da CDL

Daniela Brito
Publicado em 16/05/2014 às 21:11Atualizado em 19/12/2022 às 07:45
Compartilhar

Promotor Laércio Conceição Lima, titular da 5ª Promotoria Criminal e de Defesa dos Direitos Humanos, quer a imediata devolução do inquérito policial que apura a morte do ex-presidente da CDL e empresário Antônio Alberto Stacciarini. Os autos se encontram com o delegado Alexandre Oliveira do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), com sede em Belo Horizonte. O empresário foi encontrado morto em casa, no dia 4 de abril de 2011. O crime até hoje não foi solucionado.  A requisição foi feita nesta quinta-feira (15), por meio de parecer, ao juiz da 1ª Vara Criminal, Ricardo Cavalcante Motta, que poderá oficiar o delegado Regional de Polícia Civil, Francisco Eduardo Gouveia, para que remeta, com urgência, os autos para a comarca de Uberaba.    No documento, o promotor informa que desde o dia 7 de agosto do ano passado, o inquérito policial se encontra com a autoridade policial e a não devolução pode acabar excedendo o prazo legal para a conclusão das investigações ou para a formulação de um possível pedido de prorrogação do prazo.   Entenda. No ano passado, os autos seguiram para a capital mineira onde ficaram por três meses para diligências. Ao retornarem, em dezembro do ano passado, Laércio Conceição solicitou novas diligências e, por isso, os autos seguiram novamente para o DHPP – onde se encontram desde o dia 28 de fevereiro.   Entre as diligências solicitadas, está a análise pericial de duas provas que estão sob sigilo bancário, fiscal e telefônico. Inclusive, a família da vítima nomeou o advogado Leuces Teixeira para acompanhar as investigações. Ele chegou a ter acesso à parte dos autos, mas, com  as novas diligências, ele foi impedido de analisá-los. Ainda segundo o advogado, somente se for instaurada alguma ação penal, ele poderá atuar de fato no processo.   Por outro lado, o advogado do principal suspeito do crime, D.B.F., pediu para que fosse decretado segredo de Justiça – o que foi acatado pelo juiz da 1ª Vara Criminal. D.B.F chegou a cumprir trinta dias de prisão temporária, através de um mandado de prisão, mas acabou solto na noite do dia 17 de maio, visto que o magistrado não acatou o pedido de prisão preventiva, seguindo parecer do Ministério Público.  

Assuntos Relacionados
Compartilhar
Logotipo JM OnlineLogotipo JM Online

Nossos Apps

Redes Sociais

Razão Social

Rio Grande Artes Gráficas Ltda

CNPJ: 17.771.076/0001-83

Logotipo JM Magazine
Logotipo JM Online
Logotipo JM Online
Logotipo JM Rádio
Logotipo Editoria & Gráfica Vitória
JM Online© Copyright 2026Todos os direitos reservados.
Distribuído por
Publicado no
Desenvolvido por