
(Foto/Divulgação)
O apresentador Rodrigo Faro é réu em uma nova ação judicial relacionada a uma suposta propaganda enganosa. O processo foi protocolado em 14 de agosto, no Tribunal de Justiça de São Paulo, pela aposentada Edenilda Pinheiro dos Santos, que também move a ação contra a empresa Triê Soluções Financeiras. As informações foram divulgadas pela colunista Fábia Oliveira.
Segundo a ação, Edenilda teria contratado os serviços da empresa após ser informada de que poderia conseguir uma redução nos juros de um financiamento de veículo. A aposentada afirma, porém, que o serviço não teria sido executado conforme o prometido.
De acordo com o relato apresentado à Justiça, a Triê não teria realizado os pagamentos previstos ao banco responsável pelo financiamento. Como consequência, o nome da aposentada teria sido incluído no Serasa. Ela também afirma ter sido comunicada sobre uma dívida superior a R$ 90 mil e teme perder o veículo.
Participação de Rodrigo Faro
Na ação, Edenilda afirma que decidiu contratar a empresa depois de assistir a campanhas publicitárias nas quais Rodrigo Faro aparecia como representante da Triê. Segundo ela, a presença do apresentador teria ajudado a transmitir credibilidade à empresa e influenciado sua decisão de contratar o serviço.
A aposentada acusa Faro de participação em uma publicidade que considera enganosa e abusiva. Na avaliação apresentada no processo, a campanha teria contribuído para que ela fosse levada a acreditar nas promessas feitas pela empresa.
Edenilda também cita uma ação judicial anterior envolvendo o apresentador e a Triê. Conforme relatado no novo processo, Faro já teria sido condenado em outro caso relacionado à divulgação dos serviços da empresa, com determinação de pagamento de indenização a uma consumidora que alegou prejuízos decorrentes da publicidade.
Ainda segundo a autora, recursos apresentados no processo anterior não teriam revertido a condenação.
Pedido de indenização
Na nova ação, a aposentada solicita que Rodrigo Faro e a Triê sejam condenados a devolver em dobro os valores que afirma ter desembolsado pelos serviços que não teriam sido realizados.
Ela também pede indenização por danos morais.
Somados, os pedidos apresentados pela aposentada chegam a aproximadamente R$ 31 mil.