GERAL

Sedest intensifica fiscalização de transportes clandestinos

Em quatro dias, a secretaria apreendeu cinco motos, uma van e um táxi, inclusive alguns com placas de outras cidades

Letícia Morais
Publicado em 15/06/2016 às 14:46Atualizado em 16/12/2022 às 18:27
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 A Secretaria de Defesa Social e Trânsito (Sedest) reforçou o setor de fiscalização da pasta nos últimos dois meses. A pasta verificou a necessidade de intensificar o serviço com o aumento do número de transporte clandestino de passageiros na cidade.

Do dia 06 ao dia 10 de junho, a Sedest apreendeu cinco motos, uma van e um táxi com placa da cidade de Conquista, que estavam trafegando de forma clandestina em Uberaba. O secretário de trânsito, Wellington Cardoso Ramos, revela que ocorreram outras cinco autuações por assuntos diversos. “Quando lidamos com clandestinos, não há controle sobre quem está dirigindo, quais são as condições daquele veículo e outros aspectos ligados às questões de segurança”, afirmou.

De acordo com Wellington, a Sedest estabeleceu um acordo com os taxistas de Conceição das Alagoas, que, por recorrentes vezes, são encontrados trafegando nas vias de Uberaba, para que eles fiquem em estacionamentos privados na cidade enquanto estão trazendo clientes para cá. Vale ressaltar que os táxis de outras cidades não podem rodar na cidade de Uberaba e nem os daqui em outros municípios.

Secretário pede ajuda aos usuários para detectar irregularidades

O secretário Wellington Cardoso Ramos reforça que a regulamentação do serviço de transportes existe para que o cidadão possa, por meio do órgão regulador, saber com quem está tratando. “Os usuários desses sistemas precisam contribuir com a fiscalização, exigindo dos condutores o seu credenciamento, porque todos eles têm um documento que os habilitam para o exercício da atividade”, garante.

Wellington Cardoso salienta, ainda, que as penalidades são rigorosas e que as administrativas podem variar entre R$2 mil e R$10 mil, dependendo das circunstâncias em que o tipo de transporte está sendo realizado. “Isso se os clandestinos não forem levados para o aspecto criminal pelo exercício irregular da profissão”, pontua.

Em um primeiro momento, o secretário considera que essas medidas punitivas podem parecer antipáticas, em decorrência de alguns motoristas que estão em situação irregular se queixarem de que estão sendo impedidos de trabalhar. “Mas o objetivo do legislador é exatamente oferecer maior controle sobre esse tema e, consequentemente, mais segurança para o usuário desses tipos de transporte, seja táxi, mototáxi ou de escolares”, conclui.

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