GERAL

Sem provas, acusação pede absolvição de acusado de homicídio

Em júri popular que durou pouco menos de duas horas, Jucinei Félix Santos foi absolvido ontem do homicídio de Soleni Duarte dos Santos. A vítima foi morta a tiros na rua Paranoá

Daniela Brito
Publicado em 07/08/2015 às 08:51Atualizado em 16/12/2022 às 22:56
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Fot Jairo Chagas

Em junho passado, Jefferson Vinicius Martins de Souza foi condenado pelo crime a quatro anos de prisão

Em júri popular que durou pouco menos de duas horas, Jucinei Félix Santos foi absolvido ontem do homicídio de Soleni Duarte dos Santos. A vítima foi morta a tiros na rua Paranoá, no bairro Planalto, em 27 de junho de 2011. Este foi o último julgamento do mês pela pauta da 1ª Vara Criminal.

O pedido de absolvição partiu do promotor responsável pela acusação, Alcir Arantes, por ausência de prova nos autos que confirmasse a autoria do crime pelo acusado. No mesmo sentido trabalhou a defesa, desempenhada por Larissa de Oliveira e Dias, da Defensoria Pública, que também utilizou como estratégia a negativa de autoria. O pedido foi acatado pelos jurados, que votaram pela absolvição de Jucinei.

Em junho passado, Jefferson Vinicius Martins de Souza, vulgo “Du”, foi condenado pelo crime a quatro anos de prisão, em regime aberto, tendo em vista que os jurados reconheceram as teses da legítima defesa e do homicídio privilegiado, que é aquele praticado sob violenta emoção.

Tribunal do Júri será retomado somente na próxima quinta-feira no Fórum Melo Viana. Desta vez a pauta pertence à 2ª Vara Criminal, cujo titular é o juiz Fabiano Garcia Veronez. Quem se senta no banco dos réus é o caseiro Hélio Ricardo Gonçalves. Ele é acusado do homicídio do também caseiro Luiz Carlos de Oliveira. O crime ocorreu no dia 4 de setembro do ano passado nas dependências da fazenda Invernada, na MG-427. A vítima foi morta com um tiro de espingarda no rosto. Ele foi socorrido por funcionários da fazenda, mas morreu dois dias depois no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM).

O defensor público Glauco de Oliveira Marciliano irá atuar na defesa, enquanto o promotor Roberto Pinheiro da Silva Freire irá atuar na acusação, tendo como assistente o advogado Clésio Júlio Fontoura. O julgamento tem início às 9h no Salão Nobre do Fórum Melo Viana. Atualmente, o réu se encontra preso na penitenciária de Uberaba.

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