GERAL

Tentativa de homicídio contra PMs rende dois anos de prisão

O réu trocou disparos de arma de fogo com os militares após participar de assalto ocorrido em loja de materiais de construção

Daniela Brito
Publicado em 23/09/2015 às 10:31Atualizado em 16/12/2022 às 22:09
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Foto/Neto Talmeli

Thales Augusto Silva foi condenado a dois anos de prisão, em regime fechado, por atentar contra a vida dos PMs

Tribunal do Júri condenou ontem Thales Augusto Silva a dois anos de prisão por tentativa de homicídio praticada contra policiais militares. O réu trocou disparos de arma de fogo com os militares após participar de assalto ocorrido em loja de materiais de construção na Vila Arquelau. O crime ocorreu em 20 de dezembro de 2012.

A defesa, feita por Glauco Marciliano de Oliveira, da Defensoria Pública, utilizou como estratégia a ausência de materialidade do crime e ainda tentou, como tese subsidiária, desclassificar a acusação de porte de arma de fogo. Já a acusação, feita pela promotora de Justiça Silvana da Silva Azevedo, buscava a condenação, nos termos da denúncia, de tentativa de homicídio praticada contra policiais militares. Sem êxito.

Por maioria, o Conselho de Sentença do Tribunal do Júri afastou as teses da defesa, condenando o réu. A pena, arbitrada pela juíza-presidente Juliana Miranda Pagano, foi de dois anos de prisão, em regime aberto. Quanto à decisão, ainda cabe recurso.

Próximo. A pauta de julgamento nesta quinta-feira (24) no Fórum Melo Viana coloca no banco dos réus Ronaldo Ferreira Silva e Valmir Rodrigues Lima. Eles serão julgados pelo homicídio duplamente qualificado de Wallace Vieira, 33 anos. A vítima era natural de São Luís, no Maranhão, e morava em Igarapava, onde trabalhava. O corpo foi encontrado no dia 10 de agosto de 2010, à margem da BR-050, entre Uberaba e Delta. O crime está relacionado ao tráfico de drogas.

A acusação está nas mãos do promotor de Justiça Roberto Pinheiro da Silva Freire, tendo ainda como assistente o advogado Sérgio Aparecido Bargiani. Já a defesa é de Glauco Marciliano de Oliveira, da Defensoria Pública. O julgamento será presidido pelo juiz Fabiano Garcia Veronez.

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