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Terapia que usa o plasma rico em plaquetas promete rejuvenescimento

Aplicação na face e no pescoço estimula o crescimento de colágeno novo, reduzindo rugas, elevando a musculatura e reduzindo a flacidez ao redor da boca, bochechas e olhos

Publicado em 11/06/2017 às 17:25Atualizado em 16/12/2022 às 12:44
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 Foto Divulgação

Wilson Rondó Júnior afirma que as plaquetas promovem uma cura mais poderosa do que qualquer droga disponível

Nos últimos anos, médicos têm usado cada vez mais terapias com plasma rico em plaquetas (PRP) com o objetivo de estimular fatores de crescimento que ajudam na cura e fortalecimento de áreas do corpo. Apesar de já sabermos há anos que as plaquetas são parte do sangue e responsáveis pela coagulação, só na última década começou-se a entender o seu poder rejuvenescedor e seu potencial de cura.

De acordo com o nutrólogo e cirurgião vascular paulista Wilson Rondó Júnior, as plaquetas promovem uma cascata de cura que é muito mais poderosa do que qualquer droga disponível. “Elas contêm centenas de fatores de crescimento, críticos para a cicatrização de feridas e regeneração de tecidos e órgãos feridos ou envelhecidos. Regeneram e atraem células-tronco que se multiplicam rapidamente, se transformando em qualquer célula que precisamos para reparar danos. Neste sentido, a terapia de plasma rico em plaquetas realmente tem potencial para reverter quase todas as doenças do envelhecimento. Isso inclui câncer, doenças cardíacas, diabetes, cegueira, doença de Alzheimer e doença de Parkinson”, explica o especialista.

Diante desse potencial, surgiu o Hemo Beauty Lifting, tratamento cosmético que nasce do potente poder rejuvenescedor do sangue, sendo altamente eficiente para revitalizar a pele velha e cansada. “Aplicando injeções de PRP na face e no pescoço estimula-se o crescimento de colágeno novo, reduzindo linhas finas e rugas da face, elevando a musculatura e reduzindo a flacidez ao redor da boca, bochechas e olhos, promovendo uma pele mais firme e iluminada e um olhar mais jovem”, declara Rondó Júnior.

O PRP é produzido após a coleta e centrifugação do sangue do paciente em um equipamento específico para separar as plaquetas e glóbulos vermelhos, sendo que as plaquetas e uma mistura de preenchimentos naturais são injetadas em pontos específicos da face. “As sessões de PRP são rápidas e relativamente indolores, levando cerca de 15 minutos. Isso não compromete o trabalho e a rotina diária, mas pode causar leve inchaço e vermelhidão no local, que desaparece dentro de um a três dias. Após três a quatro semanas após a sessão já é possível perceber os efeitos”, conclui o nutrólogo.

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