Foto/Ilustrativa
Para facilitar a retirada, é importante que trabalhador leve a carteira de trabalho para a agência onde for sacar o FGTS
Os saques nas contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) já somaram R$ 16,6 bilhões, segundo balanço da Caixa Econômica Federal. De acordo com o banco, 85% dos 10,6 milhões de trabalhadores que têm direito ao saque e fazem aniversário entre janeiro e maio já acessaram os recursos, disponibilizados em dois lotes até agora.
Na próxima sexta-feira (12), quando começa a próxima fase do programa, os valores estarão disponíveis para os nascidos nos meses de junho, julho e agosto. No terceiro lote do calendário de saques do FGTS, 7,6 milhões de trabalhadores poderão sacar cerca de R$ 10,8 bilhões que, de acordo com o banco, correspondem a 25% do total de recursos disponíveis no programa. A data limite para todos os trabalhadores é 31 de julho.
Para valores até R$ 1,5 mil, o trabalhador precisa apenas do cartão cidadão para fazer o saque. Para valores até R$ 3 mil, é possível sacar também em correspondentes da Caixa e loterias. Acima de R$ 3 mil, é necessário procurar uma agência da Caixa e levar a carteira de trabalho, que contém o termo de rescisão do contrato de trabalho.
Horário especial. Assim como ocorreu nas fases anteriores, cerca de 2 mil agências da Caixa estarão abertas no próximo sábado exclusivamente para o pagamento das contas inativas e esclarecimento de dúvidas sobre o tema. Além disso, o atendimento do banco vai funcionar duas horas mais cedo na sexta, segunda e terça para evitar filas nos primeiros dias de liberação do lote. Em 16 de junho, os saques serão liberados para os nascidos em setembro, outubro e novembro. O mesmo ocorrerá a partir de 14 de julho, quando quem nasceu em dezembro poderá sacar o saldo de contas inativas do FGTS.
Dinheiro para pagar dívidas. O dinheiro é de livre uso do trabalhador e não pode abater, de maneira automática, dívidas em atraso, por exemplo. “O recurso do FGTS é impenhorável, cabe ao trabalhador decidir o que vai fazer com o dinheiro. Se ele quiser pagar uma dívida, ele vai ter de sacar para pagar”, explicou a vice-presidente da Caixa.
Fonte: Portal Brasil, com informações da Caixa