Teve desfecho inédito o júri popular realizado ontem no Fórum Melo Viana. Na leitura da sentença do Conselho de Júri, o réu
Teve desfecho inédito o júri popular realizado ontem no Fórum Melo Viana. Na leitura da sentença do Conselho de Júri, o réu José Leônidas Ribeiro Júnior, o “Leôncio”, foi condenado a 17 anos de reclusão, enquanto a testemunha Fábio Lúcio da Silva, de 31 anos de idade, recebeu voz de prisão em flagrante.
Durante a votação secreta dos jurados, eles teriam de decidir se a testemunha mentiu, conforme fora demonstrado pelo promotor João Davina, que atuava na acusação. Por sua vez, os jurados reconheceram que Flávio, dono de uma casa noturna da periferia de Uberaba, suavizou o depoimento prestado em juízo se comparado com o que afirmou ontem no salão do júri, na tentativa de ajudar o acusado do bárbaro homicídio de 2006 na casa 440 da avenida Marcus Cherém.
A testemunha foi algemada ainda no salão de júri, já no início da noite, sendo conduzida por policiais militares até a delegacia de plantão, onde deveria ser autuada. Já “Leôncio”, de 27 anos, voltou para penitenciária, condenado pela morte de Marco Antônio Prata Santos na madrugada de 14 de outubro de 2006, com pauladas e tijoladas, de forma premeditada, pelo fato de o mesmo estar namorando na época uma “ex” do réu.