GERAL

TJ confirma condenação a mulher traficante de drogas

Desembargadores da 3ª Câmara Criminal do TJMG confirmaram condenação de 8 anos de reclusão, em regime fechado, aplicado a mulher por tráfico de drogas e associação para a prática do crime

Thassiana Macedo
Publicado em 22/05/2017 às 07:08Atualizado em 16/12/2022 às 13:11
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Desembargadores da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) confirmaram condenação de 8 anos de reclusão, em regime fechado, aplicado a mulher por tráfico de drogas e associação para a prática do crime. Terezinha Eufrázia da Silva entrou com recurso, por meio de seu defensor público, alegando cerceamento de defesa e insuficiência de provas para sua condenação. No entanto, os argumentos foram rejeitados e a condenação foi mantida.

O Ministério Público Estadual ofereceu denúncia contra ela e outros 11 envolvidos, narrando que, no dia 1º de setembro de 2015, a Polícia Militar descobriu que a Chácara Colorado, no município de Delta, era usada pelos denunciados como depósito e esconderijo de drogas. Na ocasião, os réus mantinham em depósito 100 gramas de maconha e 968g de ácido bórico.

A Promotoria apurou que os denunciados fazem parte de uma associação criminosa para o tráfico, como ficou demonstrado com a interceptação telefônica, autorizada pela Justiça, realizada em investigação para combate ao tráfico de drogas na região. As gravações demonstraram que, de dezembro de 2014 a setembro de 2015, os denunciados pertenciam a uma célula de organização criminosa destinada a realizar fabricação, preparo, transporte, fornecimento e venda de entorpecentes, como maconha e crack.

Foi constatado pela Polícia Federal, inclusive, que a célula estava envolvida em possíveis ataques a servidores da segurança pública de Delta e com o tráfico de grandes quantidades de entorpecentes. Cada membro tinha um papel dentro da organização, sendo que alguns deles desenvolviam funções de maior hierarquia e poder dentro da célula.

O denunciado Aldeir, vulgo Xingu, era o responsável pelo fornecimento de drogas a biqueiras ou lojinhas, especialmente nos bairros Volta Grande e Parque das Américas, em Uberaba. Ou seja, era o atacadista da droga e seria o responsável por distribuir os entorpecentes a pequenos traficantes. Terezinha é mãe de Aldeir e, pelas interceptações, era quem comandava todo o esquema criminoso, contando com a colaboração efetiva e direta dos filhos, em especial Aldeir, e da nora Leda, que auxiliava o marido na comercialização, guarda e ocultação da droga na chácara do casal, localizada no município de Delta.

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