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Tribunal de Justiça mantém júri popular para assassino de casal

Casal foi assassinado em dezembro de 2013, com golpes de foice, em uma propriedade rural de nome Fazenda Santo Inácio

Daniela Brito
Publicado em 07/03/2015 às 21:17Atualizado em 17/12/2022 às 01:07
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Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) manteve decisão de levar o caseiro Anderson Carvalho Borges a júri popular por homicídio duplamente qualificado de Wilson Batista, 75 anos, e Nadir de Castro Batista, 70. O casal foi assassinado em dezembro de 2013, com golpes de foice, em uma propriedade rural de nome “Fazenda Santo Inácio”, localizada em Campo Florido. Em março do ano passado o réu foi pronunciado pelo duplo homicídio em decisão proferida pelo juiz Ricardo Cavalcante Motta, da 1ª Vara Criminal, embora tenha sido indiciado por latrocínio (roubo seguido de morte).

A defesa tentou recorrer da sentença de pronúncia na tentativa de absolvê-lo por falta de provas ou desclassificar o crime para homicídio culposo e afastar as duas qualificadoras: motivo torpe e meio que impossibilitou a defesa das vítimas. Sem êxito.

O relator, desembargador Pedro Coelho Vergara, manteve a sentença de pronúncia – voto que foi acompanhado pelos demais integrantes da 5ª Câmara Criminal. Com a decisão do TJ, o réu terá de ser submetido ao Tribunal do Júri pelos homicídios duplamente qualificados. O júri popular ainda deverá ser agendado pela 1ª Vara Criminal.

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