Embora servidores do Judiciário de 1ª instância permaneçam em greve na Comarca, Tribunal do Júri será retomado nesta terça-feira dando sequência a uma série de julgamentos
Rafael Miani dos Santos senta no banco dos réus com Gildo Ribeiro do Nascimento e Victor Dagrava Embora os servidores do Judiciário de primeira instância permaneçam em greve na Comarca de Uberaba, Tribunal do Júri será retomado nesta terça-feira dando sequência a uma série de julgamentos que ocorrerão ao longo do mês no Fórum Melo Viana. Hoje, quem senta no banco dos réus é Adriano Ferreira da Silva. Ele é acusado do assassinato do servidor geral José Fausto da Silva. A vítima foi morta no dia 30 de junho, na esquina das ruas das Margaridas e Mauro Sabino Lóes, na Vila Esperança. Já na quarta-feira (10), três pessoas serão submetidas ao júri popular pelo chamado crime do Lava Jato. Os acusados são Gildo Ribeiro do Nascimento, vulgo “Zoi”, Rafael Miani dos Santos e Victor Dagrava Vieira. Todos estão presos atualmente pelo assassinato de Tiago Augusto Borges. O crime ocorreu em um lava jato no dia 18 de junho de 2010, no Jardim Induberaba. Geison Correa dos Santos enfrenta o júri popular no dia 18 de abril. Ele responde por homicídio qualificado praticado contra Tiago Faria Gonçalves. O crime ocorreu em dívidas de drogas em 2010. O réu seria submetido ao júri popular, no fim de janeiro passado, com outro acusado, Eurípedes da Silva Lima – que foi absolvido. Porém, ele recusou o advogado dativo nomeado para a defesa e acabou não indo a julgamento. Já no dia 23 de abril será a vez de Roney Inácio da Silva. Ele será julgado por tentativa de homicídio do pedreiro Abner Rodrigues da Silva, em um tiroteio ocorrido no bairro Tutunas, em 2001. Dando sequência à pauta de julgamento, no dia 24 de abril, o mecânico José Roberto Silva encara novamente um júri popular pelo assassinato do ex-sogro e amigo Antônio Fernandes de Oliveira, ocorrido em novembro de 2008. Ele foi condenado a doze anos pelo crime após ser submetido ao júri popular, um ano depois do crime. Porém, o julgamento foi anulado pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). No dia 30 de abril, o Tribunal do Júri reúne-se pela última vez no mês para o julgamento do vaqueiro Jerry Adriano de Carvalho, vulgo “Dequinha” acusado de homicídio qualificado do padrasto, Manoel Pereira de Melo, ocorrido em fevereiro de 2007, em Delta.