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TST tenta evitar greve dos Correios e trabalhadores avaliam proposta

Sindicato dos Trabalhadores nos Correios, Telégrafos e Similares de Uberaba e Região (Sintect-URA) realiza hoje, a partir das 18h30, assembleia para avaliar os avanços nas negociações

Thassiana Macedo
Publicado em 15/09/2015 às 00:49Atualizado em 16/12/2022 às 22:16
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Sindicato dos Trabalhadores nos Correios, Telégrafos e Similares de Uberaba e Região (Sintect-URA) realiza hoje, a partir das 18h30, assembleia para avaliar os avanços nas negociações com a Empresa de Correios e Telégrafos (ECT). A categoria deve analisar a nova proposta de acordo apresentada, desta vez, pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), com o objetivo de evitar a greve no setor.

O presidente do Sindicato, Wolnei Cápolli, afirma que em audiência realizada na última sexta-feira, o ministro vice-presidente do TST, Ives Gandra Martins Filho, sugeriu uma proposta de acordo alternativa àquelas apresentadas pela ECT. “Porém, a nova proposta mantém pontos nebulosos, como a ‘comissão paritária’ para debater a cláusula de saúde. E questões importantes como o concurso público nem são mencionadas”, alerta.

Proposta do TST, e aceita pela empresa, sugere reajuste linear ao salário, a título de gratificação de R$150,00, retroativo a agosto de 2015; R$50,00 a partir de janeiro de 2016; e incorporação de 25% do reajuste em agosto de 2016, o que equivale a R$50,00. O Tribunal também propôs a incorporação da Gratificação de Incentivo à Produtividade (GIP) com pagamento de R 100,00 em janeiro de 2016 e R$50,00 em maio do ano que vem.

A proposta oferece ainda a aplicação da inflação no percentual de 9,56% em todos os benefícios e redução do compartilhamento do vale-alimentaçã sendo NM (Nível Médio) 01 a 63 de 5% para 0,5%; NM a partir da 64 de 15% para 5% e NS (Nível Superior) 01 a 60 de 20% para 10%. Por outro lado, as demais cláusulas não sofreram alterações. Uma das demandas da Pauta Nacional de Reivindicações dos Trabalhadores que não foi atendida trata do plano de saúde, o qual sofrerá cobrança de mensalidade de até 12,98% sobre o salário bruto e retirada de pai e mãe do plano.

Wolnei Cápoli destaca que o eixo da campanha dos trabalhadores reivindica concurso público, auxílio creche para todos os trabalhadores, pagamento do adicional de risco para os carteiros motorizados e redução da jornada de trabalho para 6 horas, para os atendentes comerciais.

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