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Tun-Tun pega mais de 8 anos por matar agressor e defesa vai recorrer

Servente Wellington Alves da Silva, vulgo “Tun-Tun”, foi condenado ontem, em júri popular, pelo homicídio de Marcos Roberto de Freitas

Daniela Brito
Publicado em 19/07/2014 às 22:52Atualizado em 19/12/2022 às 06:50
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Servente Wellington Alves da Silva, vulgo “Tun-Tun”, foi condenado ontem, em júri popular, pelo homicídio de Marcos Roberto de Freitas. O crime ocorreu em 30 de agosto de 2001. A vítima, de 30 anos, foi morta com três golpes de faca, após uma discussão dentro de bar no bairro Abadia.

“Tun-Tun” teve a defesa feita pelo defensor público Marcelo Tônus de Melo Furtado, que utilizou a tese do homicídio privilegiado, ou seja, cometido sob emoção, após provocação da vítima. Segundo ele, Marcos Roberto era um homem violento e, no dia do crime, havia discutido com “Tun-Tun”. Este, após provocação, acabou matando a vítima. O Conselho de Sentença acatou a tese da defesa e condenou o servente a oito anos e quatro meses de prisão em regime fechado.

Em entrevista ao Jornal da Manhã, o defensor público adiantou que irá recorrer da decisão. Segundo ele, o objetivo será reduzir a pena arbitrada pela juíza que presidiu o julgamento, Marixa Fabiane Lopes Rodrigues. “Achamos que a pena foi alta”, afirma Marcelo Tônus.

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