POLÍCIA

Expedido mandado de prisão contra casal acusado de matar cozinheiro

Conforme o delegado Cyro Outeiro, o crime é passional, sendo que a vítima teria se envolvido com a mulher do suspeito

Renato Manfrim
Publicado em 08/07/2018 às 08:52Atualizado em 17/12/2022 às 11:17
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Foto/Jairo Chagas

Integrantes do Corpo de Bombeiros foram mobilizados para as escavações e localização do corpo do ex-cozinheiro da penitenciária

Após pedido da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Uberaba, Justiça expediu mandado de prisão contra casal acusado de matar e enterrar ex-cozinheiro da penitenciária “Professor Aluízio Ignácio de Oliveira”, Antônio Pereira da Silva Neto, 47 anos, cujo corpo foi encontrado no dia 17 de abril deste ano. Antes de ser localizada, a vítima ficou desaparecida durante seis dias.

De acordo com as investigações da PC, Antônio da Silva, natural de Aroazes (PI), foi morto na residência onde o casal morava, situada na rua Jacy Carvalho Rodrigues da Cunha, no bairro Ozanan, e, em seguida, enterrado no quintal (vendado, amordaçado e com os pés e as mãos amarrados), em buraco de cerca de 1,70m de profundidade.

Conforme o delegado responsável pela DHPP, em Uberaba, Cyro Outeiro, o crime é passional, sendo que a vítima teria se envolvido com a mulher do suspeito. “Então, ele teria convencido a mulher a atrair a vítima até a residência para matá-la. O casal enterrou o corpo da vítima no quintal. Agora é localizar o casal, prender e formalizar o interrogatório dele”, informou o delegado. “Os dois continuam foragidos e contamos com a ajuda da população com informações sobre seus paradeiros. As informações podem ser enviadas sigilosamente pelo 181”, completou o delegado.

Outro homicídio. De acordo com o delegado responsável pelo 5º Departamento de Polícia Civil, Heli Andrade, tudo indica que o suspeito de ter assassinado o ex-cozinheiro da penitenciária de Uberaba deve ser o mesmo que matou Leon Enox da Silva, de 38 anos, encontrado enterrado no corredor de uma residência no bairro Costa Teles 1, em julho do ano passado. À época, guarnição do Corpo de Bombeiros compareceu ao local para a retirada do corpo, que estava amarrado, coberto por cimento e enrolado em um cobertor. Suspeita-se que ele tenha morrido por asfixia em decorrência de desavenças familiares entre o suspeito e a vítima, que era irmã da sua ex-amásia. Segundo informações, Leon, natural de Campos Altos (MG), foi encontrado cerca de um ano e oito meses depois de ter desaparecido.

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