Foi adiada para sexta-feira (9) a primeira reunião da equipe de transição no governo de Minas
Foi adiada para sexta-feira (9) a primeira reunião da equipe de transição no governo de Minas. A mudança da data foi feita a pedido do governo Fernando Pimentel (PT) para que os três secretários que conduzirão o processo pudessem participar do encontr Marco Antônio Rezende (Casa Civil), Helvécio Magalhães (Planejamento) e Odair Cunha (Governo).
O decreto que institui a comissão de transição para o governo estadual foi publicado ontem no Diário Oficial de Minas Gerais. Em entrevista ao jornal O Estado de Minas, o coordenador do grupo, Mateus Simões (Novo), declarou que a primeira solicitação a ser feita na reunião é a "desburocratização" no acesso às informações do governo.
De acordo com Simões, qualquer pedido de dados tem que ser protocolado em ofício e o prazo para resposta é de cinco dias. "Queremos ter acesso direto ao secretariado, às vezes o que precisamos é apenas um complemento de informação", afirmou. Ainda segundo o coordenador da transição, na próxima semana serão anunciados os primeiros secretários. Depois, começará a seleção para os cargos de segundo e terceiro escalão.
Na fase de montagem do secretariado, Zema já recebeu a primeira negativa. O empresário Renato Feder, que era cotado para o cargo de secretário da Educação, optou por convite do governo do Paraná. Feder é um dos sócios da empresa Multilaser e já integrou a Secretaria de Educação de São Paulo como assessor técnico de gabinete na gestão de Geraldo Alckmin (PSDB).
Segundo o governador eleito, o empresário havia se voluntariado para integrar a equipe de governo em Minas, mas a realidade financeira local o levou a mudar de ideia. “O Paraná, com certeza, é um Estado que está com as finanças mais organizadas, foi a alegação dele. Está indo para um Estado onde ele tenha mais facilidade”, disse.