Os assessores contratados, receberam treinamento especial dentro da CEF para levantar a situação real dos 49 municípios percorridos
Lançamento, neste ano, do programa de moradia para famílias de baixa renda, pela Caixa Econômica Federal, irá permitir o mapeamento social do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba. Pesquisa está sendo conduzida pelo deputado federal Aelton Freitas (PR). Os assessores contratados, segundo o parlamentar, receberam treinamento especial dentro da Caixa para percorrer os 49 municípios que integram sua base eleitoral. “Eles vão levantar a situação real de cada município junto às prefeituras”, afirmou. Mediante as informações será possível mensurar a quantidade de famílias que pouco ou nada podem pagar pela casa própria. Para os que não possuem renda, a CEF criou uma espécie de kit moradia, liberando R$ 7 mil, que somados à contrapartida financeira dos municípios em idêntico valor, irá possibilitar a construção de uma residência valorada em R$ 14 mil. O mapeamento também visa informar a disponibilidade de pagamento de parcelas em 20, 30 ou 50% do salário mínimo. Dessa forma, de acordo com Aelton Freitas, o levantamento apontará a quantidade total de casas a serem construídas de acordo com a faixa salarial de cada família. O deputado federal espera conseguir a construção de pelo menos 10 mil casas no Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba. Segundo ele, é um passo em direção à solução da crise econômica, mantendo a empregabilidade e, por conseguinte, garantindo dignidade aos que não têm recursos para aquisição da casa própria. A primeira reunião para aferir os resultados práticos do levantamento está agendada para 6 de março, em Iturama. Participarão representantes das cidades de Carneirinho, Limeira do Oeste, União de Minas, São Francisco de Sales e Comendador Gomes. Após essa data, as cidades de Frutal e Ituiutaba concentram novas reuniões para discutir as especificidades dos municípios e as regiões por eles compreendidas. Estima o deputado a construção, em media, de 200 casas em cada cidade, excetuando Uberaba e Uberlândia, cujas companhias habitacionais estão encarregadas de gerir o programa federal.