Em ofício enviado à Presidência da República e ao Ministério da Saúde ontem (19), a Associação Mineira de Municípios (AMM) alerta sobre o risco iminente de faltarem medicamentos para sedação de pacientes intubados e oxigênio em Minas Gerais. A entidade alerta que a situação do Estado é de “extrema emergência”, o que exige “soluções imediatas” dos órgãos federais para suprir essas carências, reforçando a aquisição de insumos e medicamentos e o envio aos municípios.
Conforme alertou o . Com o aumento de pacientes nas UTIs para tratamento de Covid, inevitavelmente, cresce o consumo de medicação. Entre os dias 17 de fevereiro e 17 de março, o aumento de internações nas unidades de terapia intensiva foi de 42%, passando de 52 para 75 pacientes. Segundo o último boletim epidemiológico divulgado pela Prefeitura, são 69 pacientes nas UTIs Covid atualmente, sendo 37 na rede pública e 32 na rede privada.
Ainda esta semana, na quinta-feira (18), a AMM já havia oficiado o presidente do Congresso Nacional, que é o senador mineiro Rodrigo Pacheco, e também o líder da bancada mineira na Câmara, deputado Diego Andrade (PSD-MG); e o presidente da Confederação Nacional de Municípios, Glademir Aroldi. A eles, a AMM pediu intercessão junto ao Ministério da Saúde “para que seja priorizada a liberação de recursos de emendas parlamentares destinados aos fundos municipais de saúde”.