POLÍTICA

Anderson aguarda notificação da Justiça no caso do Cemea

Prefeito Anderson Adauto (PMDB), por meio da assessoria de comunicação, se posicionou a respeito da ação cível de improbidade

Daniela Brito
Publicado em 21/04/2011 às 00:19Atualizado em 20/12/2022 às 00:43
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Prefeito Anderson Adauto (PMDB), por meio da assessoria de comunicação, se posicionou a respeito da ação cível de improbidade administrativa, ajuizada pelo promotor José Carlos Fernandes, por superfaturamento de mais de R$1 milhão em obra do Centro Municipal de Educação Avançada Eurídice Ferreira de Melo, Cemea Boa Vista.

De acordo com ele, ao longo dos seis anos e quatro meses à frente do cargo de prefeito, foram realizados 2.712 processos licitatórios, em diversas áreas, e, na maioria, para a execução de obras no município. Para AA, poucas vezes houve questionamento sobre custos que culminaram em processo judicial.

Ao longo deste período, o prefeito comenta que o Sindicado das Indústrias da Construção Civil (Sinduscon) vem reclamando sobre os preços das planilhas financeiras, porém a concessão de reajustes é feita somente após rigorosa análise técnica da Secretaria de Infraestrutura e da Procuradoria-Geral. “Seguimos todas as orientações dos engenheiros e da área jurídica”, diz.

AA observa ainda que a oposição acompanha “com lupas” todos os processos licitatórios realizados ao longo de sua gestão. Neste caso, por exemplo, a denúncia foi encaminhada ao Ministério Público pelo vereador Itamar Ribeiro de Resende (DEM).  O prefeito também garante que irá se manifestar oficialmente após ser notificado judicialmente e, no momento oportuno, irá apresentar a defesa.

Também são réus no processo o então procurador Valdir Dias e a empresa responsável pelas obras, construtora AMS Construções e Incorporações Ltda.

Liminar. Já o procurador-geral do município, Sérgio Tiveron, não acredita na concessão imediata da liminar solicitada pelo promotor para o sequestro dos bens dos réus para garantir o ressarcimento do dano causado aos cofres públicos, que, segundo a denúncia, seria de R$1.235.889,88. De acordo com ele, a juíza da 3ª Vara Cível, Régia Ferreira de Lima, deverá analisar o pedido somente na próxima semana, com a retomada do expediente forense.

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