A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) terá a maior bancada feminina de sua história a partir de fevereiro de 2027. Das 77 cadeiras do Parlamento mineiro, 20 serão ocupadas por mulheres na próxima legislatura, o equivalente a cerca de 26% do total.
O número supera o resultado das eleições de 2022, quando 15 mulheres foram eleitas para a Assembleia. Atualmente, a bancada feminina conta com 17 deputadas. Com o resultado deste domingo (4), serão cinco mulheres a mais do que na eleição passada e três a mais em relação à composição atual.
A nova bancada reúne deputadas de diferentes partidos e correntes políticas. Entre elas estão Beatriz Cerqueira e Macaé Evaristo, do PT; Chiara Biondini, Delegada Sheila, Roberta Lopes, Alê Portela, Marli Ribeiro, Amanda Teixeira Dias e Marilia Amaral, do PL; Lud Falcão, do Republicanos; Maria Clara, do PSDB; Carol Caram, do Avante; Dra. Laís Santiago, do PDT; Iza Lourença, do PSOL; Flávia Borja, do Podemos; além de Adriana Souza, Leninha e Ana Paula Siqueira, do PT, e Andréia de Jesus, também do PT.
A composição feminina também combina parlamentares que permanecerão na Assembleia com novas representantes. Beatriz Cerqueira, por exemplo, foi a segunda candidata mais votada para deputado estadual e conquistou o terceiro mandato. Lud Falcão, quinta mais votada, foi reeleita para o segundo mandato.
Entre as eleitas, Iza Lourença (PSOL), Dra. Laís Santiago (PDT), Adriana Souza (PT), Roberta Lopes (PL), Marilia Amaral (PL) e Flávia Borja (Podemos) estão entre os nomes que farão sua estreia na Assembleia.
Com 20 deputadas e 57 deputados, a próxima legislatura terá participação feminina de aproximadamente 26% das cadeiras da Assembleia. O resultado representa o maior número absoluto de mulheres já eleitas para o Parlamento mineiro.
A bancada feminina será formada por representantes de diferentes legendas, em uma Assembleia que terá 17 partidos representados a partir de 2027. O PL será a maior bancada, com 21 cadeiras, seguido pelo PT, com 15, e pelo PSD, com nove.