Durante a reunião ordinária de plenário na Assembleia de Minas foi formalizada a constituição de três blocos parlamentares
Durante a reunião ordinária de plenário na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) foi formalizada a constituição de três blocos parlamentares para a atual sessão legislativa (2017). Um bloco reúne as legendas governistas, outro é formado por partidos de oposição e um terceiro congrega os parlamentares autodenominados independentes.
O bloco parlamentar é o agrupamento de partidos sob uma liderança comum. Essas representações devem incluir um mínimo de 16 deputados, a fim de garantir a cota de um quinto dos membros da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).
O bloco Minas Melhor, de apoio ao governo, é composto por deputados do PMDB, PT, PR, PRB, PCdoB, PTdoB e do Pros. Ainda não foi oficializado o nome do seu líder.
Parlamentares do PSDB, PDT, PTB, DEM e do PP participam do Verdade e Coerência, de oposição, que terá novamente como líder o deputado Gustavo Corrêa (DEM).
A liderança do Compromisso com Minas Gerais, que está em uma posição intermediária entre governo e oposição, também foi mantida, com a indicação do deputado Agostinho Patrus Filho (PV) para a função. O bloco reúne os deputados do PV, PSD, PSB, PPS, PTC, PHS, PEN e do PSC.
Minoria. Ainda na reunião ordinária, foi comunicada a indicação do deputado Gustavo Valadares (PSDB) para líder da minoria. Enquanto a maioria é a bancada ou o bloco parlamentar integrado pelo maior número de membros (no caso o Bloco Minas Melhor), a minoria é a bancada ou o bloco parlamentar de composição numérica imediatamente inferior que, em relação ao governo, expresse posição oposta à da maioria. Neste caso, é o Bloco Verdade e Coerência. Para formalizar uma bancada, o partido deve contar com um mínimo de cinco deputados.