POLÍTICA

Borjão e Cléber Cabeludo batem boca e presidente desliga os microfones

Protagonistas de vários embates desde a legislatura passada Cléber Cabeludo e Marcelo Borjão voltaram a bater boca em plenário

Renata Gomide
Publicado em 16/05/2013 às 00:52Atualizado em 19/12/2022 às 13:03
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Protagonistas de vários embates desde a legislatura passada, os vereadores da base aliada do governo municipal, Cléber Cabeludo (PMDB) e Marcelo Borjão (DEM), voltaram a bater boca em plenário. Os dois se estranharam durante a votação do Projeto de Lei 54/2013, de autoria dos colegas Ripposati (PSDB) e Edmilson Doidão (PRTB) – aprovado pela Casa –, que declara de utilidade pública a Caixa Escolar do Centro Municipal de Educação Avançada (Cemea) do Abadia.   Durante a discussão em torno da matéria, Cléber questionou o representante do Cemea, Luiz Henrique Trevisan, sobre a manutenção das piscinas no local, ao que Borjão pouco depois revelou em plenário que a administração passada não pagou a dívida com a empresa que faz esse serviço. O peemedebista quis saber se o atual governo irá quitar a dívida para garantir o bom funcionamento do espaço, ao que o colega logo reagiu, dizendo que seu mandato é independente e que não puxa saco de nenhuma administração.   Cléber não titubeou em colocar a declaração de Borjão em dúvida, citando que no início do primeiro mandato do ex-prefeito Anderson Adauto (sem partido) não era o que se via em plenário. Como o clima esquentou entre eles, o presidente da Câmara, Elmar Goulart (PSL), e outros vereadores tentaram apaziguar os ânimos, pedindo que não desviassem do assunto, já que, mesmo com os microfones desligados, os dois trocaram palavras ásperas e de dedo em riste, um mirando o outro. Edmilson de Paula pediu desculpas aos convidados – Luiz Henrique Trevisan estava acompanhado do coordenador do Cemea Boa Vista, Frederico Pena Barbosa – e a votação prosseguiu.   Alô?. Ainda durante a sessão de ontem, a Câmara decidiu que irá convocar a CTBC para uma participação na Tribuna Livre, ante as inúmeras reclamações quanto ao serviço de telefonia móvel oferecido no município. O assunto foi levantado pelo vereador Samuel Pereira (PR), que chegou a sugerir a rescisão do contrato entre o Legislativo e a operadora, caso não haja solução para as constantes quedas nas ligações. Segundo ele, o problema atinge todos os clientes da empresa. Para Luiz Dutra (PDT), a CTBC já foi muito importante para a cidade, mas, depois que mudou a administração para Uberlândia, “parece que Uberaba ficou em segundo plano, e isto não pode acontecer”.

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