POLÍTICA

Borjão sai em defesa de Piau ao ser criticado por reajuste de 6%

Presidente da Comissão de Assistência aos Servidores Públicos, o vereador Marcelo Borjão (DEM) saiu em defesa do governo municipal

Renata Gomide
Publicado em 30/03/2014 às 15:52Atualizado em 19/12/2022 às 08:25
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Presidente da Comissão de Assistência aos Servidores Públicos, o vereador Marcelo Borjão (DEM) saiu em defesa do governo municipal, criticado anteontem em plenário porque não teria negociado o reajuste nos salários da categoria com os sindicatos.   “Vou ser franc nunca vi um prefeito aberto com presidentes de sindicatos como esse”, disse o democrata após a sessão extraordinária para votar o PL 99/14, do Executivo, que reajustou em 6% os vencimentos dos trabalhadores da administração direta, autarquias e fundações e em 8,32% para os profissionais do magistério, a título de correção do piso salarial nacional da categoria.   Durante a sessão, os presidentes do SSPMU, Luís Carlos dos Santos, e do Sindemu, Adislau Leite, queixaram-se dos índices de rejuste, enquanto o segundo vice-presidente do Sindae, Alex Adevair Oliveira Leal, declarou que o servidor acatou o aumento, mas os 6% não “atendem seus anseios”. O dirigente do Sindicato dos Educadores disse ainda que não houve negociação, já que o prefeito Paulo Piau (PMDB) chamou os sindicalistas e apenas anunciou os percentuais.   Para Borjão, o presidente do Sindemu deveria ter contestado no ato. “Sabe o que acontece, esse governo é maleável e estão querendo tirar proveito. Se fosse na época do Anderson [Adauto, ex-prefeito], ele gritava e neguinho saía correndo. Pisou oito anos e todo mundo ficou caladinho, morrendo de medo. Tinha gente que fazia xixi na calça. Precisa de bom senso. Agora, que abre a conversação, quer pisar?”, questiona o vereador. Ele diz também não acreditar nas insatisfações, apesar das declarações dos sindicalistas em plenário.   O vereador reforçou as justificativas do Executivo de que as dificuldades financeiras da Prefeitura, que “não são balela”, impedem reajuste maior, assim como não foi possível acrescentar mais R$10 ao tíquete-alimentação – que passou de R$270 para R$320 – sob pena de comprometer o pagamento do 13º salário de 2014.

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