Isso com a contrapartida de investimentos em pesquisa e desenvolvimento de produtos e tecnologias
O plenário da Câmara dos Deputados aprovou a Medida Provisória 843/18, que cria o Rota 2030, um novo regime tributário para as montadoras de veículos no Brasil com a contrapartida de investimentos em pesquisa e desenvolvimento de produtos e tecnologias. A matéria já foi aprovada pelo Senado e sancionada pelo presidente Michel Temer (MDB).
Durante a sessão em que a MP foi votada, dos deputados federais ligados a Uberaba, seja por domicílio eleitoral ou com base política na cidade, estavam em plenário Adelmo Carneiro (PT), Caio Narcio (PSDB), Marcos Montes (PSD) e Zé Silva (SD). Apenas Aelton Freitas (PR), segundo o site da Câmara Federal, não tinha presença registrada. Aliás, o site da Câmara não revela mais como cada deputado votou no projeto, traz apenas a presença em plenário durante a reunião.
Segundo projeções da Receita Federal, a renúncia fiscal com o texto original da MP seria em torno de R$2,11 bilhões em 2019 e de R$1,64 bilhão em 2020. Para 2018 não há renúncia, pois as deduções no Imposto de Renda e na Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) das empresas vale apenas a partir do próximo ano. Estimativas do setor indicam que os investimentos em desenvolvimento deveriam ser de R$5 bilhões em três anos para contar com os incentivos.