Continuam sobre a mesa do juiz eleitoral Habib Felippe Jabour os autos da ação movida pela coligação “Mudança em Ação” contra o então candidato a prefeito Anderson Adauto e seu vice, Paulo Mesquita, no caso do churrasco no clube do Fabrício. Ele ainda não se manifestou na ação cujo parecer ministerial é pela improcedência. O promotor da Justiça Eleitoral, Eduardo Pimentel, não encontrou respaldo na legislação eleitoral. Ação impetrada pela coligação adversária busca a condenação de AA e Mesquita por crime eleitoral. Os dois são acusados de captação ilícita de votos e de abuso do poder econômico e político. Segundo a coligação, os dois candidatos teriam participado de churrasco no dia 18 de setembro, na quadra do Fabrício, com larga e gratuita distribuição de alimentos e bebidas, discursos, distribuição de material de propaganda política e entrega de troféus e brindes aos presentes. Após analisar defesas e alegações finais, o promotor relatou que ficou provado que o evento, embora aberto e com distribuição gratuita de alimentação e bebida, não ostentou conotação político-partidária, sem embargo da presença e participação dos requeridos. Pimentel relata que há prova de que a festa é tradicional no Clube, com finalidade de homenagear atletas e integrantes da Escola de Samba, acontecendo há anos. Parecer foi contestado pela oposição, que espera ainda uma decisão favorável à cassação da diplomação do prefeito reeleito.