Com inclusão em PPP da energia solar do município, a Codau cancelou processo licitatório destinado à contratação de empresa para implantação de usina própria de geração de energia fotovoltaica. O certame havia sido lançado em março e, depois, foi adiado para o mês de maio, mas acabou sendo anulado com o andamento do projeto encabeçado pela Prefeitura.
Em nota, a assessoria de imprensa da Codau manifestou que o contrato com o consórcio Solares prevê atendimento às unidades de baixa tensão, o que já contemplaria a companhia.
Além disso, o texto justificou que o cenário econômico mudou com a aprovação do Marco Legal da Geração Distribuída. “A lei federal (14.300/22) define que as usinas serão taxadas, o que deixaria de ser um investimento com retorno esperado pela Codau. Situação que também corrobora para o cancelamento da licitação”, continua a nota.
No comunicado, a Codau ainda lembra que também aderiu ao Mercado Livre de Energia para a compra da energia no Ambiente de Contratação Livre (ACL), o que deve viabilizar a redução de custos operacionais para a Companhia. A expectativa é alcançar uma economia de R$20 milhões ao longo de cinco anos.