O licenciamento é necessário para começar a primeira etapa da obra, que consiste na modernização do sistema de transposição existente
Codau entrou com requerimento para emissão de licença ambiental para a adutora do rio Claro. O licenciamento é necessário para começar a primeira etapa da obra, que consiste na modernização do sistema de transposição existente entre o rio Claro e o ribeirão Saudade. Com isso, o município espera fazer a primeira aplicação dos recursos liberados por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) até outubro, data-limite do convênio. Segundo o presidente do Codau, Luiz Guaritá Neto (DEM), como se trata de licenciamento de terceira classe, o processo será feito pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e pelo Conselho Municipal de Meio Ambiente. O democrata afirma que não existem entraves para a emissão da licença, pois toda a documentação já passou pelo crivo do Instituto Mineiro de Gestão de Águas (Igam) para a liberação da outorga de captação no rio Claro. A construção da adutora será iniciada a partir da modernização do atual sistema de transposição, sendo previstas a troca de tubulação e a substituição de motor a diesel por equipamento elétrico. O material será adquirido com os recursos disponibilizados pelo PAC para o projeto. Os gastos serão apresentados como primeira aplicação na obra, evitando a perda da verba por causa da data-limite para início do faturamento do convênio. Guaritá informa que nenhum gasto foi realizado ainda, pois existem algumas questões burocráticas a serem acertadas. No entanto, ele assegura que não há risco do município devolver os R$53 milhões do PAC por causa de atrasos para começar a execução do projeto.