Em uma sessão que começou com uma hora e 20 minutos de atraso e somente depois de terceira chamada para que os vereadores se apresentassem em plenário, quase nada se viu de prático na votação das propostas em pauta. Das seis proposições inicialmente previstas para a reunião desta segunda – todas de autoria de vereadores – apenas uma foi votada (leia mais nesta página), além do Projeto de Lei Complementar 04/13, do Executivo, incluído na pauta de última hora. O PLC havia sido levado ao plenário na semana passada, mas foi alvo de um pedido de vistas feito pelo presidente da Comissão de Assistência ao Servidor, Marcelo Borjão (DEM). Ele conta que ontem pela manhã sentou-se com alguns colegas e com dirigentes dos sindicatos que representam os trabalhadores da Prefeitura e esclareceu as dúvidas que tinha. O projeto assegura o cumprimento do estágio probatório em qualquer função, inclusive em cargo em comissão. Ao solicitar sua inclusão na pauta, o líder governista Tony Carlos (PMDB) pediu ao presidente da Mesa, vereador Elmar Goulart (PSL), que atendesse a demanda da categoria. A votação do texto foi acompanhada pelo presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (SSPMU), Luiz Carlos dos Santos, que comemorou a conquista. Tony ainda tentou emplacar uma outra proposição de lei do Executivo, que trata de remanejamento de crédito, mas Elmar não acatou o pedido, sob a justificativa de que pode ficar para outro dia, porque ainda há prazo para votá-lo. Borjão também questionou o presidente sobre a inclusão na pauta de quarta, do Projeto de Lei 222/13, do Executivo, que trata da reorganização dos plantões na Secretaria de Saúde, bem como do ajuste nos valores pagos aos profissionais. A matéria contempla médicos, cirurgiões dentistas, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais, farmacêuticos e biomédicos, desde que lotados na Pasta. Elmar disse que a proposta não foi ainda analisada pelas comissões temáticas, portanto, não vê possibilidade de votação esse mês.