POLÍTICA

Com interferência do sindicato, CMU aprova benefícios no Codau

Depois do vai-e-vem em plenário, foram aprovados ontem os projetos de lei do Executivo que dispõem sobre o plano de carreira, bolsa auxílio-educação e prêmio de produtividade

Renata Gomide
Publicado em 24/11/2011 às 01:02Atualizado em 19/12/2022 às 21:15
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Depois do vai-e-vem em plenário, foram aprovados ontem os projetos de lei do Executivo que dispõem sobre a concessão do plano de carreira, bolsa auxílio-educação e prêmio de produtividade para os servidores do Codau. Alvos de um pedido de vistas do vereador Marcelo Borjão (DEM) quando vieram a primeira vez a votação, no início do mês, os textos agora aprovados foram construídos a partir de uma ação conjunta capitaneada pelo próprio democrata, envolvendo alguns de seus colegas, a direção da autarquia e o comando sindical.

Diretor Financeiro e Comercial do Centro Operacional de Desenvolvimento e Saneamento de Uberaba, Lauro Guimarães – que acompanhou a votação – disse que a aprovação dos projetos representa um novo patamar no tratamento aos recursos humanos do Codau. Segundo ele, o próximo passo é fechar o decreto que regulamenta o prêmio de produtividade, de até R$120, juntamente com o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Purificação de Água e Esgoto de Uberaba (Sindae)

Quanto ao plano de carreira, os servidores terão até 90 dias após a publicação da lei para optarem por migrar para a jornada de 8 horas/dia, informa Lauro, admitindo que os projetos receberam aperfeiçoamento na Câmara. “Na medida que aderirem a ampliação da carga horária logicamente haverá uma redução substancial nas horas extraordinárias, que hoje são realizadas em número muito grande”, aponta o diretor, reiterando que a meta é cumprir determinação do Ministério Público e adequar à necessidade por demanda operacional.

Além disso, ele aponta que o prêmio de produtividade vem como uma compensação para a perda das extras. Presidente do Sindae, Jasminor Francisco da Costa diz ser contra as oito horas e pessoalmente, alega que não abrirá mão da atual jornada, de 6 horas/dia, “e dou conselho para o servidor não entrar”. Ele, contudo, também considera os projetos um avanço. A bolsa auxílio-educação, por exemplo, será de 8,33% sobre o vencimento base do funcionário que estiver estudando regularmente, ao que Lauro disse ser uma porta para galgar novos postos no Codau. Para Borjão, a votação “é uma conquista que nós construímos em conjunto.”

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