Com R$ 220 mil em patrocínio da iniciativa privada, Carnaval 2016 terá festival de marchinhas, concursos de blocos carnavalescos, prêmios em dinheiro, shows com bandas locais e apresentações das baterias das escolas de samba. Além do Mercado Municipal, as atividades também serão realizadas nos bairros.
De acordo com a presidente da Fundação Cultural, Sumayra de Oliveira (PCdoB), a programação será descentralizada para facilitar o acesso da população à festa. De 6 a 8 de fevereiro, as matinês e festivais das marchinhas serão realizadas no Mercado Municipal, Circo do Povo – Jardim Copacabana, Ceu das Artes – Residencial 2000 e Cemea (Centro Municipal de Educação Avançada) Abadia. Apenas o encerramento da festa, no dia 9 de fevereiro, será concentrado na praça do Mercado.
Sumayra informa que não haverá desfile das escolas de samba, mas três agremiações farão apresentações musicais todos os dias no carnaval deste an A bateria da Rosas de Ouro estará no Mercado, a percussão da Preciosa do Leblon no Cemea Abadia, e a Vai Vai 2000 no Ceu das Artes. No encerramento, haverá um show conjunto das escolas no Mercado.
Segundo a presidente da Fundação Cultural, será oferecido cachê para as agremiações se apresentarem, porém, ela afirma que os valores ainda estão sendo negociados com os dirigentes.
Outra atração da festa será o concurso de blocos carnavalescos no Mercado Municipal. As inscrições foram abertas ontem e são gratuitas. O cadastro pode ser feito até 3 de fevereiro na sede da Fundação Cultural. Cada bloco deverá ter, no mínimo, 15 integrantes. Não há limite máximo de participantes.
Haverá desfile dos blocos e os melhores receberão premiação em dinheir R$3.000,00 para o primeiro lugar, R$2.000,00 para o segundo e R$1.000,00 para o terceiro, além de troféus.
Já no Circo do Povo e no Ceu das Artes, serão realizados concursos de fantasia e máscara. Os vencedores receberão um tablet.
Recursos. A presidente da Fundação Cultural reforça que todas as despesas serão custeadas pelos recursos captados junto à iniciativa privada. Ao todo, foram confirmados três patrocinadores: VLI, Algar Telecom e Yara.
Conforme Sumayra, toda a verba para o Carnaval 2016 foi viabilizada por patrocínios diretos das empresas e não foi utilizado o sistema de renúncia fiscal da Lei Rouanet. Desta forma, o projeto aprovado em 2014 no Ministério da Cultura deverá expirar e não haverá captação.