POLÍTICA

Comitê técnico-científico da Covid muda de novo; veja nova composição

Gabi Oliveira
Publicado em 10/02/2021 às 07:49Atualizado em 19/12/2022 às 04:53
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Durante coletiva de imprensa, nesta terça-feira (9), foi apresentada a nova composição do novo Comitê Técnico-Científico de Enfrentamento à Covid-19. No último sábado a prefeitura anunciou os nomes de quatro novos integrantes. A nova formação é dividida em eixos, sendo eles: estratégico, científico, suporte técnico e operacional.

O estratégico é formado pela prefeita e pelo vice, Moacyr Lopes. Comitê científic

Sétimo Bóscolo Neto - secretário municipal de Saúde;

Fabiana Prado - secretária-adjunta de Saúde;

Danielle Borges - médica infectologista;

Michelle Maldonado - doutora em matemática, do Observatório Covid da UFTM;

Diego Amad - diretor técnico do Hospital Regional.

O eixo científico também contará com mais um médico do Hospital Regional. Suporte técnic

Sandra Pimenta - diretora da Atenção Básica;

Ana Paula Ribeiro - Diretora da Vigilância em Saúde; e

Cristina Strama - Diretora de Auditoria e Regulação. Operacional:

Fabiana Gomes - Procuradora-geral do Município;

Indiara Ferreira - secretária de Governo;

Glorivan Bernardes - Secretário de Defesa Social;

Alexandre de Marcelo - Representante do Conselho Municipal de Segurança; e

Celi Camargo - Secretária de Comunicação. Aumento no número de casos

Ainda durante coletiva, a doutora em matemática demonstrou que Uberaba está em uma curva exponencial da doença, ou seja, na chamada segunda onda em crescimento. Michelli Maldonado explicou, em entrevista à Rádio JM, que até que se tenha algum indício de queda, só é possível fazer projeções para cima. Para ela, para que haja indicativo de queda é preciso combinar dois fatores, que são a taxa de transmissibilidade, chamada de R, e a variação da média móvel dos total de casos diários. No primeiro caso, é preciso que o R esteja abaixo de 0,9, e, no segundo caso, é preciso que a média móvel esteja abaixo de -15% por 14 dias.

Hoje, o nosso R é de 1,27. Michelli Maldonado explica que isso significa que 100 pessoas infectadas transmitem para 127 pessoas e assim progressivamente. “Se em uma semana a gente tinha 100 casos novos, na semana seguinte vou registrar 127 novos casos, e aí é fazer conta, 127 vezes 1,27 e assim por diante, ou seja, é um número alto”, alerta. Vale a menção de que o R é medido para a projeção da semana seguinte. Para tanto é feita uma média da taxa de transmissibilidade de uma semana para prever a semana seguinte, pegando quantos casos ativos contribuíram para o número de novos casos na semana seguinte e mensurar qual foi, de fato, essa contribuição.

Segundo a matemática, não existe índice isolado para medir a situação da Covid na cidade, mas, sim, vários dados e indicadores que devem ser observados para embasar as medidas a serem adotadas no Município. “E todos eles, hoje, nos mostram que estamos em uma fase de alta”, finalizou.

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