POLÍTICA

Contrato de obra da prainha é rescindido de forma amigável

Após os entraves que levaram à paralisação da obra no fim de 2020, a construtora Nóbrega Pimenta e Codau chegaram a acordo e colocaram fim ao contrato, e nova licitação será necessária

Gisele Barcelos
Publicado em 25/02/2022 às 21:27Atualizado em 18/12/2022 às 18:20
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Parada desde 2020, obra da represa da Prainha no rio Uberaba teve o contrato de construção encerrado e nova licitação será necessária (Foto/Jairo Chagas)

Codau encerra contrato com empresa responsável por implantação da represa no rio Uberaba. A rescisão contratual foi de forma amigável e não foram aplicadas sanções à construtora Nóbrega Pimenta. Até o momento, não houve a publicação de processo licitatório para selecionar outra empresa para concluir a obra.

De acordo com a prefeita Elisa Araújo (Solidariedade), após os entraves que levaram à paralisação da obra no fim de 2020, a empresa acabou decidindo por deixar o projeto. No entanto, a chefe do Executivo assegurou que a gestão não pretende desistir da execução da obra. “Vamos licitar uma nova empresa para finalizar o projeto da barragem da Prainha”, declarou.

Por enquanto, ainda não há um cronograma para o lançamento do edital para selecionar a empresa substituta para a conclusão da obra da represa. O andamento deverá depender da revisão do projeto técnico da barragem.

A construção da represa no Rio Uberaba está paralisada desde o fim de 2020, quando a Nóbrega Pimenta apontou inconsistências no projeto técnico e interrompeu os serviços. Um levantamento indicou 26 inconsistências no projeto original que poderiam comprometer a segurança da construção.

Para sanar o problema, a Codau está contratando empresa especializada para a revisão do projeto da barragem. O processo licitatório está marcado para o dia 18 de março e o valor estimado para o serviço é de R$1,7 milhão.

O tempo previsto para concluir a revisão das inconsistências no projeto da represa ainda não foi divulgado. Somente depois da entrega do material, a Codau terá os dados necessários para a elaboração do edital para contratar a empresa que assumirá o saldo remanescente da obra.

A situação pode inviabilizar a perspectiva de inaugurar a barragem até o fim do governo em 2024, já que se estima um prazo necessário de dois anos para concluir o empreendimento a partir da data em que os serviços forem retomados.

 

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