Incompatibilidade de agenda adiou a reunião programada para segunda-feira (3), entre técnicos da Câmara e da Prefeitura, para discutir a possibilidade de o Executivo repassar à Casa os pouco mais de R$2,7 milhões a título de duodécimo que deixaram de ser depositados pela administração passada em 2012. Uma nova reunião foi marcada para esta quinta, dia 6, a partir de 9h, no Legislativo. Vão sentar-se à mesa de negociação o procurador-geral do Município, Paulo Leonardo Vilela Cardoso, o diretor-geral da Câmara, Paulo Martinelli, e seus colegas de Casa, a controladora-geral Rosângela Alkimim e o procurador Rodrigo Souto. Em princípio, Legislativo e Executivo divergem quanto ao pagamento do duodécimo que deveria ter sido depositado ano passado pelo então prefeito Anderson Adauto (sem partido). O presidente da CMU, vereador Elmar Goulart (PSL), dá como certo que a Prefeitura pode fazer o repasse, pois o recurso foi empenhado ainda em 2012. Já o prefeito Paulo Piau (PMDB) disse à imprensa que lhe falta amparo legal para depositar o dinheiro no caixa do Legislativo. A solução encontrada para o impasse foi reunir os técnicos para chegar uma definição quanto à legalidade ou não do ato.