Presidência da Câmara decidiu que por enquanto não vai mais comprar nenhum tipo de quitanda para servir
Depois de fazer a terceira licitação visando à aquisição de lanche para servir nos dias das plenárias, a presidência da Câmara decidiu que por enquanto não vai mais comprar nenhum tipo de quitanda para servir nessas ocasiões. “Infelizmente”, lamentou o presidente da Casa, vereador Elmar Goulart (PSL), justificando que tomou essa medida porque o assunto já lhe rendeu “muita dor de cabeça”. A primeira licitação foi cancelada depois da reação negativa da opinião pública à previsão de adquirir cerca de R$126 mil em 2013 com pães diversos, bolos, roscas, presunto, mussarela e salgados, entre outros itens. Um novo edital foi lançado visando à compra de 18 lanches individuais por reunião (144 kits a cada 30 dias e 1.728 ao ano), ao custo de R$20 mil por 12 meses. A licitação restou deserta, ou seja, nenhuma empresa se interessou em fornecer os lanches para a Câmara, que lançou novo edital, com pregão marcado para o dia 2. Nessa data, a Casa registrou um interessado, mas o presidente Elmar optou por não dar sequência ao processo licitatório. Ele admite que a decisão não agradou a todos os vereadores. “Caiu como uma bomba”, disse, explicando que muitos colegas como ele não raro vêm para o plenário sem almoçar, e o lanche fazia as vezes de uma refeição. “Mas por enquanto está cancelado”, reforçou Elmar, ponderando que, apesar de ter encontrado uma alternativa mais em conta para o lanche, no momento este é o melhor caminho. O presidente não descarta retomar o assunto futuramente.