POLÍTICA

Emenda do piso para educadores é promulgada pelo Legislativo

O pagamento do piso em Minas já é previsto desde 2015

Marconi Lima
Publicado em 03/08/2018 às 07:35Atualizado em 17/12/2022 às 12:09
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Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) promulgou na manhã de ontem a emenda que inclui na Constituição Mineira a obrigatoriedade de o governo pagar o piso nacional para os servidores da Educação no Estado.

O pagamento do piso em Minas já é previsto desde 2015, quando foi sancionada uma lei para este fim pelo governador Fernando Pimentel (PT) também em ato na Assembleia. O piso nacional hoje é de R$2.455,35 para 40 horas. Em Minas, o salário inicial para professor pela jornada de 24h hoje é de R$1.982,54, acrescido de um abono de R$153,10, que está sendo pago e será incorporado. Para os auxiliares da educação básica, o piso é de R$1.128,76 por 30 horas por semana. Com a nova PEC, os deputados governistas dizem que a aplicação do piso em Minas para a jornada de 24 horas passa a ser automática. 

O secretário de Educação Wieland Silberschneider, que participou da solenidade na ALMG, reafirmou o compromisso com os trabalhadores da Educação e garantiu a aplicação do piso nacional para mais carreiras e pela jornada de 24 horas no Estado. “O resultado da aplicação sucessiva dos reajustes que foram possíveis ao longo dos três anos e meio no mandato Pimentel implicou na elevação da remuneração dos trabalhadores em 46,75%, reajuste este muitissimamente acima da corrosão inflacionária e condições que a conjuntura econômica e fiscal proporcionou ao setor público do Brasil e de Minas”, disse o secretário, conforme publicado no site de notícias Uai.

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