As empresas desabilitadas na primeira fase da licitação para o projeto técnico do gasoduto Betim-Uberaba tem prazo até o fim do mês para recorrer
As empresas desabilitadas na primeira fase da licitação para o projeto técnico do gasoduto Betim-Uberaba tem prazo até o fim do mês para recorrer do resultado publicado esta semana pela Gasmig. Das cinco licitantes, apenas duas foram consideradas aptas para etapa da disputa de preços.
Caso as empresas desabilitadas não tenham êxito na contestação, apenas o Consórcio Gasoduto do Triângulo e o Consórcio Engefoto-Esteio seguem para a próxima etapa. O cronograma da Gasmig prevê a abertura das propostas comerciais somente em maio.
O valor máximo fixado para o desenvolvimento do projeto técnico do duto gira em torno dos R$24,2 milhões. O escopo do contrato inclui a prestação dos serviços de estudos aerofotogramétricos para fins topográficos e cadastrais, o projeto de pré-detalhamento (Feed), estudos ambientais e o levantamento cadastral e jurídico do gasoduto. A vencedora terá prazo de 10 meses para concluir o trabalho.
Somente após a elaboração do projeto executivo a Gasmig dará seguimento à licitação do gasoduto Betim-Uberaba. A estatal prevê o início da obra nos primeiros meses de 2015 e a entrega do duto até maio de 2016.
Já a fábrica de amônia da Petrobras teve o início da construção anunciada para junho deste ano. A data foi revelada pelo presidente regional da Fiemg, Altamir Roso Filho, que também antecipou a vinda da presidente Dilma Rousseff (PT) a Uberaba no dia 3 de maio para a assinatura do contrato com a Toyo Setal para a execução da obra.
Os representantes da Toyo Setal estiveram em Uberaba no fim de março e adiantaram o início dos preparativos para a montagem do canteiro de obras no Distrito Industrial 3. Entretanto, a Petrobras ainda não se manifestou sobre o cronograma divulgado e também não houve até o momento confirmação oficial da agenda de Dilma na cidade.