Mais de 70 propostas, distribuídas em 13 páginas, integram o documento intitulado “Uberaba Agenda 2016”, elaborado pelo Grupo dos 9, o qual foi entregue na Câmara. As ações, que contemplam as áreas de economia, gestão e tributos, infraestrutura, saúde, segurança, transportes, educação e turismo, são uma contribuição das nove entidades que formam o Grupo, revela seu porta-voz, Nagib Facury. Entre as sugestões estão a revitalização continuada das principais vias comerciais; monitoramento das indústrias aqui instaladas visando à sua permanência e expansão; priorização da educação profissional; erradicação do analfabetismo digital; simplificação do Código Tributário Municipal; a profissionalização da administração municipal; implantação na totalidade do programa de Mobilidade Urbana; a adoção de políticas das águas e saneamento ambiental; melhoria na segurança da zona rural e nos distritos industriais; priorização das ações de saúde preventiva, e a criação de um centro municipal de eventos. Presidente do Sinduscon – uma das entidades que integram o G-9 – Nagib observa que o conteúdo da agenda “é Uberaba” e que, desde o surgimento do Grupo, há quatro anos, essa tem sido sua meta. “O foco é o trabalho para a cidade e seu desenvolvimento”, acrescenta o dirigente classista, que agora aguarda um retorno da Câmara para dar sequência às tratativas com os vereadores, de quem o Grupo buscou parceria para a efetivação das propostas. Nagib também abriu o leque para que a Casa contribua com outras ideias, como a que foi apresentada em plenário pelo vereador João Gilberto Ripposati (PSDB), de melhorar a malha ferroviária que corta Uberaba. O tucano também sugeriu a viabilização dos distritos de recicláveis. O G-9 reúne, além do Sinduscon, a Fiemg/Regional Vale do Rio Grande, a Cigra, CDL, IEA-TM, OAB, Sociedade de Medicina, Aciu e Sindicato Rural. O vereador Samir Cecílio (PR) – que integra o G-9 através da Aciu e trouxe à Câmara os representantes do Grupo – avalia como de suma importância a união da força empresarial com a política. “Uberaba só tem a ganhar”, diz, ponderando que a agenda não é uma peça fixa e pode ser enriquecida com o passar do tempo.