Instituto Ibope divulgou hoje (26) o resultado da pesquisa de intenção de voto para presidente. O levantamento foi encomendado pela Confederação Nacional da Indústria e ouviu dois mil eleitores entre sábado (22) e segunda-feira (24). O nível de confiança da pesquisa é de 95% e a margem de erro considerada é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Confira os resultados:
Jair Bolsonaro (PSL): 27%
Fernando Haddad (PT): 21%
Ciro Gomes (PDT): 12%
Geraldo Alckmin (PSDB): 8%
Marina Silva (Rede): 6%
João Amoêdo (Novo): 3%
Alvaro Dias (Podemos): 2%
Henrique Meirelles (MDB): 2%
Guilherme Boulos (PSOL): 1%
Cabo Daciolo (Patriota): 0%
Vera Lúcia (PSTU): 0%
João Goulart Filho (PPL): 0%
Eymael (DC): 0%
Branco/nulos: 11%
Não sabe/não respondeu: 7%
No comparativo com as pesquisas realizadas anteriormente, Jair Bolsonaro (PSL) continua à frente, passado de 20% no dia 20/8 a 27%; Fernando Haddad (PT) aparece em segundo e deu um grande salto com relação à pesquisa do dia 20/8, quando tinha 4% e agora chega a 21%. Ciro Gomes tinha 9% em 20/8 e, após pequena oscilada, chegou aos 12%. Geraldo Alckmin tinha 4% da intenção de votos em 20/8, chegou a 9% e depois a 8% na pesquisa divulgada hoje. Marina Silva tinha 12% em 20/8 e agora tem 6%.
Em um segundo turno, o capitão reformado aparece numericamente atrás de Haddad (42% a 38%) e de Alckmin (40% a 36%), e perde de Ciro (44% a 35%). Ele aparece à frente de Marina (40% a 38%) dentro da margem de erro da pesquisa (dois pontos percentuais para mais ou para menos).
Os dois líderes nas pesquisas também são os candidatos com maior índice de rejeição junto ao eleitor, reforçando o alto grau de polarização na disputa.
Bolsonaro aparece como o candidato com maior índice de rejeição, com 44% dos eleitores afirmando que não votariam nele de jeito nenhum. Haddad e Marina empatam na segunda colocação, com 27%.
Os eleitores do candidato do PSL são os que apresentam maior grau de convicção, dado que 55% deles responderam que a decisão de votar nele é definitiva. No caso de Haddad, 49% disseram que não trocarão a escolha de candidato.
O levantamento CNI/Ibope também perguntou sobre o voto útil. Entre os eleitores, 28% afirmaram que a probabilidade de deixar de votar no candidato de sua preferência para evitar que outro que ele não gosta vença a eleição é alta ou muito alta.
*Com informações do G1 e Folhapress