28,92% da receita própria foram destinados para custeio da Educação e 19,41% foram aplicados em Saúde
Prefeitura cumpriu índices constitucionais mínimos de aplicação em Educação e Saúde no ano passado, conforme relatório apresentado ontem ao Legislativo. O balanço aponta que 28,92% da receita própria foram destinados para custeio da Educação e 19,41% foram aplicados em Saúde no período.
Quanto à despesa com pessoal, os relatórios indicam que houve redução de 2016 para 2017. A folha de pagamento consumiu R$330.455.042,57 em 2016, o que representa 36,82% da receita corrente líquida. Já em 2017, o montante caiu para R$306.535.268,63 e percentual de 32,48%.
Entre as secretarias, os maiores gastos foram com a Educação (R$212 milhões), Saúde (R$209 milhões), Administração (R$134 milhões), Urbanismo (R$68 milhões) e Assistência Social (R$19 milhões).
Ainda segundo o comparativo divulgado ontem, em todos os bimestres de 2017 a arrecadação ficou abaixo da meta. O objetivo total era de aproximadamente R$1,2 bilhão, sendo que a receita concretizada foi de R$1 bilhão, com uma diferença negativa de R$208 milhões.
Agenda. Hoje a Câmara Municipal receberá mais uma audiência pública. Desta vez, a Secretaria de Saúde apresentará prestação de contas do último quadrimestre de 2017 no plenário, a partir de 9h.